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dez 18

Hello LostManiacos,

A AXN no período de 9 de janeiro à 7 de fevereiro nos finais de semana a partir das 9hrs fará uma maratona da até a 5ª temporada de lost para preparar os fãs para a 6ª temporada que terá sua estreia em 9 de fevereiro às 21hrs. Veja abaixo as datas:

1ª Temporada: Dias 09 de janeiro, sábado, das 09h às 20h30; e 10 de janeiro, domingo, das 09h00 às 21h30.
2º Temporada: Dias 16 de janeiro, sábado, das 09h às 20h30; e 17 de janeiro, domingo, das 09h às 20h30.
3º Temporada: Dias 23 de janeiro, sábado, das 09h às 19h30; e dia 24 de janeiro, domingo, das 09h às 20h30.
4ª Temporada: Dias 30 de janeiro, sábado, das 09h às 15h30; e dia 31 de janeiro, das 09h às 15h30.
5ª Temporada: Dias 06 de fevereiro, das 09h às 16h30; e dia 07 de fevereiro, domingo, das 09h às 17h30.
  • 1ª Temporada: Dias 09 de janeiro, sábado, das 09h às 20h30; e 10 de janeiro, domingo, das 09h00 às 21h30.
  • 2º Temporada: Dias 16 de janeiro, sábado, das 09h às 20h30; e 17 de janeiro, domingo, das 09h às 20h30.
  • 3º Temporada: Dias 23 de janeiro, sábado, das 09h às 19h30; e dia 24 de janeiro, domingo, das 09h às 20h30.
  • 4ª Temporada: Dias 30 de janeiro, sábado, das 09h às 15h30; e dia 31 de janeiro, das 09h às 15h30.
  • 5ª Temporada: Dias 06 de fevereiro, das 09h às 16h30; e dia 07 de fevereiro, domingo, das 09h às 17h30.

Então: se ligue ;)

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dez 17

Sessão Nativagios

Sessão Nativagios
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dez 17

ps.: Em breve algo construtivo!

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out 23

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out 22

“Concurso para gari no Rio registra 45 inscrições de candidatos com doutorado”

Quando vi no twitter fiquei achando que era piada, mas não: é verdade! A remuneração é de R$ 486,10 e ticket refeição no valor de R$ 237,90.

“Entre os inscritos, 45 afirmaram ter doutorado, 22 mestrado e 80 pós-graduação, segundo registros da Comlurb.”

Clique aqui e leia a matéria completa!

Concurso para gari no Rio registra 45 inscrições de candidatos com doutorado

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out 22

Hi,

Googleando por aí, encontrei a imagem abaixo com a velocidade média e custo de internet em alguns países. Depois de visualizar a imagem com calma, entendi plenamente porque o Brasil não entrou como um dos países oO

clique na imagem para ampliar…

ps.: PQP… Incrível o Japão!

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out 19

Há rumores na internet sobre um possível Woodstock no Brasil em 2010. Sim, não estou bêbado ou coisa do tipo! No site RollingStone saiu a notícia, onde Michael Lang deu o aval para a realização do evento em solo brasileiro.

Quem está nos bastidores é o grupo Totalcom, responsável pelos trâmites legais do possível evento!

Pelo que li na internet, parece que a negociação está bastante adiantada, espero que não fique somente na vontade de tornar o evento uma realidade!

Mais info: Site RollingStone.com.br

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ago 27

gravatar.com, este é um ótimo serviço para economizar seu tempo! Quando postamos um comentário em um determinado blog, site ou serviço – em determinadas situações – temos que postar um foto para criar um avatar, o que gera tempo!

O gravatar resolve isso. Os maiores serviços de blog já usam o gravatar. Como funciona: Você criar seu avatar no gravatar.com uma vez somente, posta sua foto e um e-mail. Quando um serviço (blog, sites, forum…) que usa o gravatar.com identifica seu e-mail já posta sua foto e informações no serviço que você está utilizando.

Por exemplo, você está lendo um bom blog no wordpress.com, ao fazer um comentário o wordpress já checa no gravatar.com seu avatar e adiciona sua foto automanticamente.

Todo o processo é simples e rápido. Crie sua conta no gravatar.com e poste comentários nos blogs e fóruns, que o gravatar.com gerencia seu avatar! ;)

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ago 26

Toca RAULLLL!!!! ;)

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ago 26

Hi,

Depois que começamos a programar “de verdade” (corporativamente ou não… rsrs!), percebemos a necessidade de controlar “as versões” do software em questão. Não simplesmente editando e salvando seus ultimos “codes”. É ai que entra o CVS (Concurrent Versions System).

Imagine você terminar aquele projeto/software e no momento da entrega precisar modificar o código, implementar mais alguma função. Tranquilo! Mas depois, percebe que não era bem aquilo que você queria, era melhor deixar do jeito que estava… iii… Neste caso o CVS controla as versões editadas do seu projeto/software permitindo que você possa acessar os antigos códigos. Ótimo!

Outra situação é você desenvolver um software em conjunto com amigos da faculdade e seu “brother” adicionar alguns trechos de códigos “bugados” e ir passear… o que fazer? Ir no CVS e buscar as versões do código antes de seu “brother” ter feito a m*rda! ;)

O que veremos neste post?

- Instalar e configurar o CVS servidor.
- Alguns comando básicos do CVS cliente no próprio linux.

*** Instalando e configurando o CVS

Para este post usei o Debian Lenny. Let´s go…

~$
~$ sudo apt-get install cvs

Depois de instalado o CVS (neste caso ele instala o servidor e cliente), na versão em questão é a 1.12.13 ele cria um repositório padrão em /srv/cvs.

No nosso exemplo vamos apagar o repositório padrão e criar um novo em /home/cvs.

~$
~$ sudo rm -rf /srv

Agora vamos editar o arquivo de configuração principal do cvs: /etc/cvs-pserver.conf

~$
~$ sudo vi /etc/cvs-pserver.conf

CVS_PSERV_REPOS=”/home/cvs”
CVS_PSERV_LIMIT_MEM=hard
CVS_PSERV_LIMIT_DATA=hard
CVS_PSERV_LIMIT_CORE=0
CVS_PSERV_LIMIT_CPU=hard

Neste arquivo modifique a linha CVS_PSERV_REPOS com o diretório do seu repositório de projetos.

Você pode criar mais de um repositório, usando , (vírgula) entre os diretórios:
CVS_PSERV_REPOS=”/home/cvs,/home/meusprojetos”
Neste caso temos 2 repositórios! ;)

Depois de criado o repositório, vamos criar o diretório e efetuar as devidas permissões.

~$
~$ sudo mkdir /home/cvs
~$ sudo chmod -R 775 /home/cvs
~$ sudo chown root:src -R /home/cvs
~$ sudo chmod g+s /home/cvs

1. Criamos o diretório /home/cvs

2. Damos permissão 775 ao diretório do nosso repositório.

3. Setamos o dono root e grupo src para o diretório.

4. Usando o gid bit para o grupo src, assim, todo o usuário do sistema (/etc/passwd) que estiver no grupo src poderão escrever no diretório.

Pronto! Com estas configurações básicas já podemos executar nosso servidor CVS. Mas… o CVS é um serviço que não roda em standalone, assim, ele usa o inetd para executar o serviço. Vamos, então, adicionar as configs do CVS no inetd:

~$
~$ sudo vi /etc/inetd.conf

Adicione a linha abaixo:
cvspserver stream tcp nowait root /usr/sbin/tcpd /usr/sbin/cvs-pserver

~$ sudo /etc/init.d/openbsd-inetd start

Ok! O CVS já está executando via inetd. O CVS usa as portas 2401/tcp e 2401/udp, então – caso necessário -, libere estas portas no seu firewall.

Com o CVS funcionando, vamos criar o base de diretórios e arquivos do nosso repositório em /home/cvs.

~$
~$ cvs -d /home/cvs init

Assim, ele cria o diretório CVSROOT no nosso repositório, contendo as conf necessárias para o mesmo. Vamos ver alguns comandos básicos e como proceder em situações do dia a dia.

Adicionar permissão a um usuário para escrever no repositório:

~$
~$ sudo addgroup usuario src

Conectando remotamente via cvs (no linux/debian):

~$
~$ export CVSROOT=:pserver:usuario@ipdoservidorCVS:/home/cvs
~$ cvs login

Sim, parece estranho. Mas o cliente cvs no linux necessida de uma variável CVSROOT para conectar a um determinado host/servidor. Para simplificar o processo você pode criar a variável CVSROOT no .profile do seu usuário.

Importando um projeto e versionando:

~$
~$ cd /home/bleno/projetos/ListaEncadeada
~$ cvs import ListaEncadeada ProjetoListaEncadeada v1 start

Neste caso, importei o diretório ListaEncadeada usando o nome ProjetoListaEncadeada chamando de versão “v1″. Assim, o diretório local ListaEncadeada foi importado em /home/cvs/ProjetoListaEncadeada no servidor CVS.

O CVS cliente pedirá uma mansagem descritiva sobre seu “import”, você informa a descrição e sai com o um simples :x (by vi editor!).

Vamos supor que depois de 2 dias de trabalho árduo saio a versão “v2″ deste projeto. Para importar a nova versão, conectamos ao servidor CVS como descrito acima e importando a nova versão:

~$
~$ cvs import ListaEncadeada ProjetoListaEncadeada v2

Trabalhando com arquivos no CVS cliente no Linux!

Vamos supor que você está em uma outra máquina e queira um cópia do ProjetoListaEncadeada, simples: conecte-se ao servidor CVS como descrito acima e:

~$
~$ cd /home/outramaquina/projetos
~$ cvs checkout ProjetoListaEncadeada

Assim você tem uma cópia da ultima versão do ProjetoListaEncadeada. Depois de editar o projeto você deseja fazer o upload dos arquivos novos, então:

~$
~$ cvs update

O update faz com que o cvs marque os arquivos locais modificados para depois enviar para o servidor. Depois de marcados com o update:

~$
~$ cvs commit

Pronto, os novos arquivos modificados são enviados para o servidor! Lembre-se que todo o processo usando o CVS cliente deve-se está conectado o CVS servidor.

Suponto que há um novo arquivo “classeNos.java” criado no ProjetoListaEncadeada que você quer adicionar, fazemos:

~$
~$ cvs add classeNos.java

Ah, você lembrou que este novo arquivo não é mais necessário no ProjetoListaEncadeada, fazemos:

~$
~$ rm classeNos.java
~$ cvs remove classeNos.java
~$ cvs commit

Pronto! Desta forma quando alguem que faz parte do ProjetoListaEncadeada der um “checkout” as novas modificações serão replicadas para ele! Rulez!!!

Verificando logs

Conectado ao CVS server via CVS cliente no linux, você pode verificar os logs as versões de um determinado projeto:

~$
~$ cvs log | less

Ele vai mostar o log das ultimas modificações do projeto em questão. O less é para a amostragem ficar mais amigável =)

~$
~$ cvs annotate | less

Mostra as anotações, linha a linha, com detalhes sobre o usuário e data das modificações. Por exemplo, você quer saber quem modificou codificou em 26 de agosto na versão v2 do ProjetoListaEncadeada:

~$
~$ cvs annotade | grep v1 | grep “26-Aug-09″

Ai vai a sua criatividade para filtrar a pesquisa do log.

Para mais comandos do CVS cliente no linux:

~$
~$ cvs –help-commands

Realmente o CVS é show de bola. Atualmente existe o SVN que o Dr. Google utiliza no code.google.com, mas sinceramente, não me adaptei bem (rsrs!). Em breve um post sobre SVN! ;)

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